A clonagem em biotecnologia refere-se aos processos usados para criar
cópias de fragmentos de DNA (Clonagem molecular), células (Clonagem Celular),
ou organismos e tal como na reprodução selectiva das plantas, podem efectuar-se
cruzamentos entre animais com as características desejadas. Porém a criação de
animais transgénicos para fins alimentares não esta tão desenvolvida como nas
plantas.
Durante milhares de anos, a única forma de melhorar a criação
de animais era cruzar machos e fêmeas que tivessem as características
pretendidas. A partir de meados do século XX, a técnica de inseminação
artificial passou a ser utilizada e esta possibilidade foi o primeiro passo que
acelerou o melhoramento genético de algumas espécies. No entanto, a técnica IA
não é um processo pelo qual se obtém um elevado número de descendentes, este
aspecto tornou-se possível mais tarde por técnicas de fecundação in vitro (FIV) e transferência de
embriões.
Globalmente entre as razões que levam os criadores a seleccionar
animais, destacam-se:
- Produção de melhor carne, leite e ovos;
- Obtenção de maior descendência;
- Obtenção de animais mais resistentes a doenças e parasitas.
O desenvolvimento de técnicas agropecuárias que
utilizam cada vez mais, métodos industriais, procurando rentabilidades máximas,
conduz a sucessos de produção consideráveis, mas que podem ter consequências
nefastas para a saúde humana, para outros animais e para o próprio meio.
O contributo das técnicas de biotecnologia vegetal e animal
poderá ser decisivo para aumentar a produtividade agrícola de uma forma
sustentável, no entanto, não podem ser ignorados os potenciais perigos
associados a utilização de OGM na produção de alimentos.


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